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Infográfico Elite Boardgamers sobre o jogo MicroMacro: Crime City
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MicroMacro: Crime City

Nota BGG

2020 · Johannes Sich

Recomendado

Um mapa, dezesseis crimes, nenhum detalhe à toa.

  • 1–4Jogadores
  • 15–45 minDuração
  • 8+Idade
  • 1,1 / 5Peso BGG
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MicroMacro: Crime City, lançado no Brasil pela Galápagos como A Cidade do Crime, é uma investigação cooperativa num mapa enorme, no estilo Onde está Wally?, em que o grupo segue personagens para desvendar 16 crimes. Venceu o Spiel des Jahres e o As d'Or em 2021 e os Golden Geek de jogo leve e de inovação em 2020. Funciona com crianças, famílias e quem nunca jogou.

Resumo em 30 segundos

Recomendado

Um mapa, dezesseis crimes, nenhum detalhe à toa.

Destaques

  • Ideia original
  • Acessível para qualquer pessoa
  • Joga sozinho ou em grupo

Atenção

  • Rejogabilidade limitada
  • Exige boa visão e luz
  • Precisa de mesa grande
Peso BGG1,1/5
R$ 232 a R$ 250 · consulta em 27/10/2026

4 vitórias em prêmios, incluindo As d'Or 2021 · Jeu de l’Année

Para quem: gosta de quebra-cabeças e investigação; joga com família ou crianças.

Como funciona

Procure detalhes num mapa gigante e siga cada suspeito pelo dia até resolver o crime.

  1. 1

    Abra o mapa

    Estenda o mapa gigante da cidade numa mesa bem iluminada. Todos procuram juntos, sem turnos nem pontuação.

  2. 2

    Leia o caso

    A primeira carta mostra a vítima e a cena do crime. As seguintes trazem perguntas para responder.

  3. 3

    Siga os personagens

    Cada pessoa aparece em vários momentos do dia. Siga o caminho dela pelo mapa para reconstruir a história.

  4. 4

    Aponte a resposta

    Quando achar a resposta, mostre no mapa e confira no verso da carta antes de passar adiante.

  5. 5

    Resolva os 16

    São 16 casos de uma a cinco estrelas. Comece pelos fáceis e avance até os mais difíceis.

Ler as regras completas

O grupo abre um mapa enorme, de cerca de 115 por 75 centímetros, em preto e branco, de uma cidade cheia de gente fazendo coisas do dia a dia. Escondidos nele estão vários crimes, e cada personagem aparece em vários momentos do mesmo dia, como numa história em quadrinhos sem quadros.

Cada caso é um pequeno baralho de 5 a 12 cartas. A primeira mostra a vítima e a cena do crime; as seguintes fazem perguntas: quem fez, por onde fugiu, onde escondeu a arma, com quem falou antes.

Para responder, o grupo procura no mapa e segue os personagens de um momento a outro, voltando no tempo até achar o culpado. Uma lupa ajuda a ver os detalhes, e todos procuram ao mesmo tempo.

Não há turnos nem pontuação, e ninguém joga contra ninguém. Quando alguém acha que encontrou a resposta, mostra no mapa, e o grupo confere no verso da carta. Se estiver certo, passa para a próxima pergunta.

São 16 casos, com dificuldade de uma a cinco estrelas, e a regra sugere começar pelos mais fáceis. Cada caso leva de alguns minutos a meia hora, e o mapa pode ficar aberto para continuar depois, do mesmo ponto.

Como é jogar

“Joguei com meu grupo, em casal, com amigos depois de um jantar e sozinho.”

Meeple Mountain, sobre a continuação Full House (tradução livre)

Uma partida começa com todos debruçados sobre o mapa. Alguém acha a vítima caída num beco; outro percebe um homem de chapéu correndo duas ruas acima. A partir daí, o grupo segue esse homem para trás no tempo: ele saiu de uma loja, antes passou por um banco, antes ainda conversou com uma mulher no parque. Cada descoberta é anunciada em voz alta, e o caso vai se montando aos pedaços.

Continuar lendo

A Meeple Mountain conta que jogou a continuação Full House com o grupo de jogos, em casal, com amigos depois de um jantar e em modo solo, e se divertiu em todos os formatos. O mapa claro, porém, exige boa luz, e alguns casos deixam o grupo sem saber por onde começar.

O que funciona muito bem

  • Ideia original

    Por quê?

    Investigar seguindo personagens num mapa gigante é uma proposta que nenhum outro jogo fazia, e daí veio o Golden Geek de Inovação em 2020. A sensação de voltar no tempo pelo caminho de um suspeito é única.

  • Acessível para qualquer pessoa

    Por quê?

    Sem turnos, sem regras para decorar e sem leitura pesada: dá para jogar com crianças, famílias e quem nunca jogou. Basta explicar que é preciso achar as respostas no mapa e conferir no verso da carta.

  • Joga sozinho ou em grupo

    Por quê?

    Funciona de 1 a 4 jogadores, e o grupo pode pausar e retomar quando quiser. A Meeple Mountain jogou a continuação com o grupo de jogos, em casal, com amigos e em modo solo, e aprovou todos os formatos.

  • Casos curtos e variados

    Por quê?

    Cada caso leva poucos minutos, e a dificuldade sobe aos poucos, de uma a cinco estrelas. Há crimes simples e mistérios com vários suspeitos, então sempre existe um desafio na medida do grupo.

  • Mapa que vira passatempo

    Por quê?

    Mesmo fora dos casos, o mapa está cheio de pequenas histórias paralelas, com personagens que aparecem várias vezes ao longo do dia. Procurar esses detalhes vira diversão por si só, inclusive para quem só está olhando.

Pontos de atenção

  • Rejogabilidade limitada Moderada

    Por quê?

    Depois de resolvidos, os casos não têm por que ser jogados de novo, como observa a Zatu sobre a série. A Meeple Mountain sugere guardar o jogo por um tempo e voltar depois; a editora também oferece casos extras para imprimir.

  • Exige boa visão e luz Moderada

    Por quê?

    O mapa é muito detalhado e em tons claros, e a Meeple Mountain relata dificuldade para enxergar com pouca luz na continuação Full House. A lupa da caixa é fraca, e vale ter uma lupa melhor por perto.

  • Precisa de mesa grande Leve

    Por quê?

    O mapa de cerca de 115 por 75 centímetros ocupa bastante espaço, e a regra recomenda uma superfície grande e bem iluminada. Em mesas pequenas, parte do grupo acaba vendo o mapa de cabeça para baixo.

  • Casos sem ponto de partida Leve

    Por quê?

    Alguns casos deixam o grupo sem saber por onde começar a procurar, segundo a Meeple Mountain, e exigem vasculhar cada canto do mapa. Para crianças pequenas, esses casos podem frustrar.

  • Pouca disputa Leve

    Por quê?

    É cooperativo e sem pontuação: quem gosta de competir pode achar morno. Em grupos grandes, quem enxerga mais rápido tende a resolver tudo enquanto os outros só observam as descobertas.

Para quem é

Perfil do jogo

  • Facilidade de ensinar5
  • Jogo em família5
  • Cooperação5
  • Modo solo4
  • Rejogabilidade1
  • Disputa entre jogadores0

Com quantos jogar

  • SozinhoBom

    Funciona bem, no seu ritmo; a Meeple Mountain também jogou a continuação em modo solo.

  • 2 ou 3 jogadoresÓtimo

    O formato mais confortável: todos alcançam o mapa e participam das descobertas.

  • 4 jogadoresBom

    Funciona, mas com o mapa grande na mesa alguns ficam de lado ou vendo de cabeça para baixo.

  • Sozinho: Funciona bem, no seu ritmo; a Meeple Mountain também jogou a continuação em modo solo.
  • 2 ou 3 jogadores: O formato mais confortável: todos alcançam o mapa e participam das descobertas.
  • 4 jogadores: Funciona, mas com o mapa grande na mesa alguns ficam de lado ou vendo de cabeça para baixo.

É para você se…

  • Gosta de quebra-cabeças e investigação
  • Joga com família ou crianças
  • Quer algo diferente de tudo na estante
  • Gosta de jogos sem turnos e sem pontuação
  • Joga sozinho às vezes

Pense duas vezes se…

  • Quer um jogo para repetir muitas vezes
  • Tem dificuldade para enxergar detalhes pequenos
  • Prefere disputa
  • Joga em mesa pequena ou com pouca luz
  • Não tem paciência para procurar detalhes
Dica para a primeira partida

Abra o mapa numa mesa grande e bem iluminada e comece pelo caso de uma estrela, que serve de tutorial. Explique em um minuto: leia a carta, procure no mapa, aponte e confira no verso. O que mais confunde é que cada personagem aparece várias vezes no mesmo mapa; mostre um exemplo seguindo alguém por duas ou três cenas antes de começar.

Edição nacional e preço

R$ 232 a R$ 250

Lojas consultadas em 27/10/2026 · preço oficial R$ 249,99

A Galápagos publica o jogo como MicroMacro: A Cidade do Crime, em português, além das continuações Full House e All In. Em 27/10/2026, a edição base aparecia entre R$ 232 e R$ 250 nas lojas consultadas, com preço oficial de R$ 249,99 na loja da Asmodee.

Expansões e versões

As continuações MicroMacro: Crime City 2 – Full House e 3 – All In trazem mapas e casos novos e saíram em português pela Galápagos. Cada caixa é independente, e a editora ainda oferece casos extras gratuitos para imprimir e jogar no mapa original.

Se você gosta de MicroMacro: Crime City…

Veredito Elite Boardgamers

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MicroMacro é uma das ideias mais originais dos últimos anos: investigar seguindo personagens num mapa gigante, sem regras para decorar e sem turnos. Funciona para crianças, famílias e quem joga sozinho, e cada caso resolvido dá aquela sensação de detetive. Os casos se esgotam depois de resolvidos, o mapa exige boa visão, luz e uma mesa grande, e alguns casos deixam o grupo perdido. Por cerca de R$ 250, com edição da Galápagos e continuações em português, é uma experiência única e fácil de recomendar.

Um mapa, dezesseis crimes, nenhum detalhe à toa.

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Fontes (9)

Consulta às fontes em 26/10/2026.