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The Lord of the Rings: Fate of the Fellowship: cartas e componentes
Imagem: Z-Man Games · edição em inglês

The Lord of the Rings: Fate of the Fellowship

Nota BGG

2025 · Matt Leacock

Recomendado

O Pandemic que virou Terra-média.

  • 1–5Jogadores
  • 60–150 minDuração
  • 14+Idade
  • 3,0 / 5Peso BGG
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O Senhor dos Anéis: Sina da Sociedade (Fate of the Fellowship, no original) é o jogo cooperativo de Matt Leacock, o criador de Pandemic, em que o grupo leva Frodo até a Montanha da Perdição enquanto segura os exércitos de Sauron. Venceu três Golden Geek em 2025, incluindo Jogo do Ano médio, e tem edição nacional da Galápagos. É para quem gosta de cooperativos com peso e ama a obra de Tolkien; a crítica o aponta como o melhor Pandemic até aqui.

Resumo em 30 segundos

Recomendado

O Pandemic que virou Terra-média.

Destaques

  • Objetivos que contam a história
  • Dois personagens por jogador
  • Frodo em fuga constante

Atenção

  • Turnos sem o que fazer
  • Tabuleiro apertado e confuso
  • Difícil e com curva longa
Peso BGG3,0/5
R$ 557,91 a R$ 599,99 · consulta em 27/10/2026

3 vitórias em prêmios, incluindo Golden Geek 2025 · Jogo do Ano médio

Para quem: ama O Senhor dos Anéis e quer reviver a jornada; gosta de Pandemic e quer algo mais profundo.

Como funciona

Cooperativo de crise: segure os exércitos de Sauron enquanto Frodo foge até a Montanha da Perdição.

  1. 1

    Dois personagens

    Cada jogador controla dois personagens. No seu turno, um deles faz quatro ações e o outro, só uma.

  2. 2

    Viaje e lute

    Viaje levando tropas, recrute aliados, ataque exércitos e capture baluartes inimigos, gastando cartas com o símbolo pedido pela ação.

  3. 3

    Frodo se esconde

    Para Frodo andar, gaste furtividade. Sem ela, role os dados de busca contra os Nazgûl e arrisque perder esperança.

  4. 4

    A sombra avança

    Compre duas cartas de região e revele as cartas da Sombra: orcs surgem e marcham pelo mapa rumo aos refúgios.

  5. 5

    Destrua o anel

    Cumpra os objetivos sorteados, leve Frodo à Montanha da Perdição, descarte cinco anéis e sobreviva à rolagem final.

Ler as regras completas

Cada partida tem um único objetivo final, sempre o mesmo: levar Frodo e Sam até a Montanha da Perdição e destruir o Um Anel. Antes disso, o grupo precisa cumprir de três a cinco objetivos sorteados entre 24 cartas, como enfrentar o Balrog em Moria, tomar Isengard ou reunir o Conselho de Elrond. O jogo é inteiramente cooperativo: todos ganham ou perdem juntos.

Cada jogador controla dois dos 13 personagens, e alguém sempre fica com Frodo e Sam, que contam como um só. No seu turno, um dos seus personagens faz quatro ações e o outro faz uma. As ações são viajar (levando tropas junto), recrutar tropas amigas, atacar, capturar um baluarte inimigo vazio, trocar cartas com quem está no mesmo lugar e preparar, que transforma uma carta em ficha.

As cartas de região são o combustível de tudo. Cada uma traz um símbolo, como furtividade, coragem, amizade ou resistência, e muitas ações e objetivos pedem para descartar o símbolo certo. Depois das ações, você compra duas cartas de região e revela as cartas da Sombra, que fazem os exércitos de Sauron surgir e marchar pelas setas do mapa rumo aos refúgios dos povos livres.

Frodo é o centro da tensão. Sempre que ele anda, precisa gastar furtividade; se não gastar, rola os dados de busca, um para cada Nazgûl na região e cada tropa inimiga no destino, e cerca de metade das faces tira esperança. Esperança é a única barra de vida do grupo: começa em 6 e, se chegar a zero, todos perdem.

Misturadas no baralho estão as cartas do Escurecer, o equivalente às epidemias de Pandemic: aumentam quantas cartas da Sombra saem por turno e trazem de volta as que já saíram. Para vencer, Frodo precisa chegar à Montanha da Perdição, descartar cinco símbolos de anel e sobreviver a uma última rolagem de busca.

Como é jogar

“O melhor jogo da série Pandemic até agora.”

GamesRadar+ (tradução livre)

Uma rodada começa com uma escolha difícil: qual dos seus dois personagens recebe as quatro ações. Gimli pode levar tropas de anões para defender o Abismo de Helm, enquanto Frodo, com uma única ação, avança um passo gastando a última carta de furtividade. Depois vêm as cartas da Sombra, e a mesa inteira prende a respiração para ver se os orcs vão chegar ao Condado ou se o Olho de Sauron vai encontrar Frodo.

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O ritmo é de gestão de crise, como em Pandemic, mas com uma história se formando na mesa. Na partida descrita pela Wargamer, os Nazgûl cercaram o Condado cedo e Gollum precisou guiar os hobbits por outro caminho. A GamesRadar+ chama o resultado de o melhor jogo da série Pandemic até agora, mas avisa que há turnos em que, sem as cartas certas, quase não há o que fazer. Com quatro ou cinco pessoas, a partida passa de duas horas e meia, segundo a Player Elimination.

O que funciona muito bem

  • Objetivos que contam a história

    Por quê?

    As 24 cartas de objetivo transformam cenas dos livros em metas: libertar o rei de Rohan, enfrentar o Balrog, tomar Isengard. Escolhendo combinações diferentes, cada partida conta outra versão da jornada e muda a estratégia. A GamesRadar+ deu nota máxima à rejogabilidade e chamou o sistema de objetivos de pura genialidade.

  • Dois personagens por jogador

    Por quê?

    Dividir quatro ações e uma ação entre seus dois personagens é uma decisão pequena e constante que espalha o grupo pelo mapa e resolve vários problemas ao mesmo tempo. Para a Wargamer, isso evita o problema clássico de Pandemic, em que um jogador com poderes menos úteis passa turnos sem fazer nada importante.

  • Frodo em fuga constante

    Por quê?

    Cada passo de Frodo pede furtividade ou uma rolagem de dados contra os Nazgûl, e os outros personagens podem atrair o Olho de Sauron para longe com batalhas. A Player Elimination descreve a sensação de estar sempre em fuga, e a Wargamer conta que voar com as Águias até a Montanha traz todos os Nazgûl junto.

  • Melhor que o Pandemic original

    Por quê?

    Cada carta da Sombra tem dois efeitos possíveis, definidos pelo verso da carta de baixo, então o reembaralhamento das cartas do Escurecer não repete o mesmo desastre. Para a Wargamer, o jogo melhora Pandemic em todos os sentidos; para a GamesRadar+, é o melhor da série até aqui.

  • Modo solo de verdade

    Por quê?

    No modo solo oficial, você controla quatro personagens mais Frodo, com uma única mão de cartas para todos. A Zatu, que deu nota 94%, considera o solo excelente e desafiador, e o jogo ficou em 2º lugar no Golden Geek de melhor solo em 2025.

  • Produção caprichada

    Por quê?

    O mapa da Terra-média tem pequenas cenas desenhadas por Jared Blando e Cory Godbey, os nove Nazgûl são miniaturas de plástico em bases transparentes e a torre de dados imita Barad-dûr. A GamesRadar+ diz que a caixa organiza tantos componentes que parece uma TARDIS de papelão.

Pontos de atenção

  • Turnos sem o que fazer Moderada

    Por quê?

    Como quase tudo pede a carta com o símbolo certo, há turnos em que não dá para usar todas as ações. A GamesRadar+ dá o exemplo de Frodo sem cartas de furtividade e fora de um refúgio: andar é arriscado demais e sobra pouco para fazer. Acontece pouco, mas frustra quando acontece.

  • Tabuleiro apertado e confuso Moderada

    Por quê?

    O mapa é pequeno para tanta coisa: rotas cruzadas, setas coloridas e dezenas de tropas minúsculas. A Player Elimination aponta essa bagunça visual como a maior crítica ao jogo, e a GamesRadar+ conta que os Nazgûl caem das bases e escondem informação do mapa.

  • Difícil e com curva longa Moderada

    Por quê?

    A Gaming Trend diz que precisou de algumas partidas no nível fácil antes de passar para o padrão, e a CoopGestalt avisa que é muito fácil perder por falta de esperança. Há ainda três níveis acima do padrão. Quem quer vencer logo na primeira vez pode se frustrar.

  • Longo com mesa cheia Moderada

    Por quê?

    Com quatro ou cinco jogadores, a partida passa de duas horas e meia, segundo a Player Elimination. A Gaming Trend acha que o ponto ideal fica em dois ou três jogadores, porque com cinco são dez personagens e muitas cartas para administrar.

  • Preparação demorada Leve

    Por quê?

    O manual dedica cinco páginas ilustradas só à preparação, conta a Wargamer, que sugere deixar o tabuleiro pronto antes de os amigos chegarem. Há tropas, Nazgûl, baralhos e trilhas a ajustar conforme o número de jogadores e a dificuldade escolhida.

  • Cartas finas Leve

    Por quê?

    GamesRadar+ e Zatu reclamam do papel das cartas, mais fino que o de outros Pandemic. A Zatu encontrou cartas com bordas imperfeitas logo ao abrir a caixa e recomenda usar protetores; a loja Masmorra indica 74 protetores médios e 97 grandes.

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Para quem é

Perfil do jogo

  • Tema e narrativa5
  • Cooperação5
  • Modo solo4
  • Rejogabilidade5
  • Facilidade de ensinar2
  • Preparação rápida2

Com quantos jogar

  • SozinhoÓtimo

    Modo solo oficial: você controla quatro personagens e Frodo com uma única mão de cartas. A Zatu considera o solo excelente.

  • 2 ou 3 jogadoresÓtimo

    O ponto ideal para a Gaming Trend: variedade de personagens sem que o turno de cada um demore demais.

  • 4 ou 5 jogadoresBom

    Funciona, mas com dez personagens a partida passa de duas horas e meia e fica bem mais difícil de coordenar.

  • Sozinho: Modo solo oficial: você controla quatro personagens e Frodo com uma única mão de cartas. A Zatu considera o solo excelente.
  • 2 ou 3 jogadores: O ponto ideal para a Gaming Trend: variedade de personagens sem que o turno de cada um demore demais.
  • 4 ou 5 jogadores: Funciona, mas com dez personagens a partida passa de duas horas e meia e fica bem mais difícil de coordenar.

É para você se…

  • Ama O Senhor dos Anéis e quer reviver a jornada
  • Gosta de Pandemic e quer algo mais profundo
  • Joga sozinho ou em grupo de 2 ou 3
  • Gosta de cooperativos difíceis que pedem várias partidas
  • Quer um jogo diferente a cada partida

Pense duas vezes se…

  • Não gosta de jogos cooperativos
  • Quer um jogo rápido para a família
  • Se irrita com azar nos dados
  • Costuma jogar com 5 e não quer partidas de 3 horas
Dica para a primeira partida

Reserve uma noite inteira e monte o tabuleiro antes de chamar o grupo: só a preparação ocupa cinco páginas do manual. Use o cenário inicial sugerido pela editora e o nível introdutório, e escolha personagens simples para quem nunca jogou Pandemic. O que mais confunde é lembrar que os Nazgûl agem por região, e não por local, e que quase toda ação pede a carta com o símbolo certo. Dica: deixe o objetivo final, Destruir o Um Anel, sempre à vista de todos.

Edição nacional e preço

R$ 557,91 a R$ 599,99

Lojas consultadas em 27/10/2026 · a maioria das lojas sem estoque

The Lord of the Rings: Fate of the Fellowship: caixa do jogo
Imagem: Z-Man Games · edição em inglês

A Galápagos publica o jogo como O Senhor dos Anéis: Sina da Sociedade – Um jogo Pandemic System, em português, com o mesmo conteúdo da caixa original, incluindo a torre de dados de Barad-dûr. Em 27/10/2026, as lojas consultadas mostravam preços entre R$ 557,91 e R$ 599,99, e a maioria estava sem estoque. Vale acompanhar as reposições.

Expansões e versões

Não há expansões oficiais confirmadas nas fontes consultadas. Nos Estados Unidos, lojas participantes deram uma promoção estética de Gandalf, o Branco. O Board Game Arena teve uma versão online por tempo limitado, com 10 dos 13 personagens e 4 objetivos para iniciantes, que serviu de teste gratuito antes da compra.

Se você gosta de The Lord of the Rings: Fate of the Fellowship…

Veredito Elite Boardgamers

Recomendado

Sina da Sociedade pega a estrutura de Pandemic e a transforma numa aventura da Terra-média de verdade: dois personagens por jogador, 24 objetivos tirados dos livros, Frodo fugindo dos Nazgûl a cada passo e um final decidido nos dados. A crítica o considera o melhor jogo da série. Os tropeços existem: tabuleiro apertado, turnos travados pela falta da carta certa, cartas finas, preparação longa e partidas acima de duas horas com mesa cheia. Por cerca de R$ 560 a R$ 600, é compra certa para fãs de Tolkien e de cooperativos de peso, e brilha sozinho ou com dois ou três jogadores.

O Pandemic que virou Terra-média.

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Fontes (13)

Consulta às fontes em 27/10/2026.