Resumo em 30 segundos
Uma expedição de cartas rumo ao templo perdido.
Destaques
- Duas mecânicas bem casadas
- Guardiões que mudam o plano
- Modo solo forte
Atenção
- Pouca originalidade
- Rejogabilidade questionada
- Pouca interação
2 vitórias em prêmios, incluindo Deutscher Spiele Preis 2021 · Deutscher Spiele Preis
Para quem: gosta de construção de baralho e de jogos médios; joga sozinho com frequência.
Como funciona
Monte seu baralho, explore a ilha e avance a pesquisa até o templo em cinco rodadas.
- 1
Compre e planeje
Cada rodada começa com cinco cartas na mão. Você faz uma ação por vez até decidir passar a vez.
- 2
Viaje pela ilha
Jogue cartas com o transporte certo, botas, barco, carro ou avião, para mandar exploradores aos sítios.
- 3
Explore e enfrente
Sítios novos revelam guardiões. Vencê-los dá pontos e poderes; deixá-los traz cartas de medo ao baralho.
- 4
Melhore o baralho
Use moedas e bússolas para comprar itens e artefatos que deixam os próximos turnos mais fortes.
- 5
Pesquise o templo
Avance a lupa e o diário na trilha de pesquisa rumo ao templo. Após cinco rodadas, os pontos decidem.
Ler as regras completas
Cada jogador lidera uma expedição com dois exploradores e um pequeno baralho inicial. A partida dura cinco rodadas, e em cada uma você compra cartas, faz quantas ações quiser, uma por vez, e passa quando não puder ou não quiser mais agir.
A ação principal é mandar um explorador a um sítio da ilha, jogando cartas com o símbolo de transporte exigido: botas, barco, carro ou avião. Sítios já conhecidos dão recursos na hora: moedas, bússolas, tabuletas, pontas de flecha e joias.
Explorar um sítio novo custa bússolas, revela um local inédito e coloca nele um guardião. Se o guardião não for vencido até o fim da rodada, o explorador volta com uma carta de medo, que atrapalha o baralho. Vencê-lo, pagando os recursos indicados, dá pontos e um poder de uso único.
Com moedas e bússolas, você compra itens e artefatos que entram no baralho e deixam os próximos turnos mais fortes. Também avança na trilha de pesquisa, com a lupa e o diário, rumo ao templo perdido, ganhando bônus a cada passo.
Depois de cinco rodadas, vence quem tiver mais pontos, somando a trilha de pesquisa, as peças do templo, os ídolos guardados, os guardiões vencidos e as cartas do baralho, menos as cartas de medo.
Como é jogar
“Este foi uma vitória completa para o nosso grupo.”
Board Game Quest (tradução livre)

A Board Game Quest descreve um turno típico: você gasta uma carta com o símbolo de viagem certo para mandar um explorador a um sítio novo, paga bússolas, ganha um artefato e um recurso de bônus e revela um guardião. Se ele ainda estiver lá quando o explorador voltar, vem uma carta de medo; num turno seguinte, pagando os recursos certos, você o vence e ganha 5 pontos e um poder de uso único.
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As primeiras rodadas passam rápido; a quarta e a quinta demoram mais, porque os baralhos estão maiores e cada um tem mais habilidades especiais. Para a mesma resenha, que deu 4,5 de 5, é um ótimo eurogame que mistura mecânicas consagradas numa experiência envolvente, e foi uma vitória completa para o grupo.
O que funciona muito bem
Duas mecânicas bem casadas
Por quê?Construção de baralho e alocação de trabalhadores se completam: as cartas pagam as viagens e as viagens trazem cartas melhores. A Board Game Quest o chama de ótimo eurogame com mecânicas consagradas, e a There Will Be Games o compara ao clássico Tikal.
Guardiões que mudam o plano
Por quê?Explorar um sítio novo é sempre um risco: o guardião revelado pode render 5 pontos e um poder único, ou uma carta de medo que atrapalha o baralho. Decidir quando explorar e quando enfrentar é uma das escolhas mais tensas do jogo.
Modo solo forte
Por quê?O rival automatizado bloqueia espaços e pontua junto com você, e um dos críticos considerou o solo um ponto alto. Segundo um leitor da Board Game Quest, a dificuldade é ajustável e a editora oferece uma campanha solo gratuita no site.
Tema de aventura
Por quê?A ilha, os guardiões, os ídolos e o templo perdido dão clima de expedição a cada partida, e a arte ajudou o jogo a ficar em 2º no Golden Geek de arte em 2020. Os recursos, como bússolas e tabuletas, combinam com o que você faz no tabuleiro.
Regras intuitivas
Por quê?São seis ações principais, e a Board Game Quest as considera intuitivas, principalmente para quem já conhece jogos modernos. O difícil não é executar uma ação, e sim escolher a melhor entre elas a cada turno.
Pontos de atenção
Pouca originalidade Moderada
Por quê?Críticos apontam que o jogo junta mecânicas conhecidas da era pós-Dominion sem trazer nada realmente novo, e a Board Game Quest concorda que muitas ideias vão parecer familiares para jogadores experientes.
Rejogabilidade questionada Moderada
Por quê?Um crítico achou que não demora para ver tudo o que o jogo oferece, já que o mapa e os guardiões se repetem. As expansões e o lado alternativo do tabuleiro ajudam a renovar as partidas.
Pouca interação Leve
Por quê?A Board Game Quest aponta a interação mínima entre jogadores: a disputa fica nos espaços ocupados e nas cartas compradas antes do outro. Quem gosta de confronto direto vai achar a partida morna.
Rodadas finais mais longas Leve
Por quê?As últimas rodadas demoram mais, porque os baralhos crescem e as habilidades se acumulam, e comentários de jogadores relatam espera entre turnos. Com quatro jogadores, a duração anunciada chega a duas horas.
Sorte no mercado Leve
Por quê?A Board Game Quest cita alguma aleatoriedade, nas cartas que aparecem no mercado e nos guardiões revelados, como ponto fraco. Um item perfeito pode surgir na vez do adversário e não na sua.
Infográfico para o Instagram
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Para quem é
Perfil do jogo
Com quantos jogar
- SozinhoÓtimo
Rival automatizado com dificuldade ajustável e campanha solo gratuita no site da editora.
- 2 ou 3 jogadoresBom
O formato preferido da Board Game Quest; uma das resenhas, porém, achou a partida a dois a mais fraca.
- 4 jogadoresBom
Mais disputa pelos sítios, mas partidas de cerca de duas horas e mais espera entre turnos.
- Sozinho: Rival automatizado com dificuldade ajustável e campanha solo gratuita no site da editora.
- 2 ou 3 jogadores: O formato preferido da Board Game Quest; uma das resenhas, porém, achou a partida a dois a mais fraca.
- 4 jogadores: Mais disputa pelos sítios, mas partidas de cerca de duas horas e mais espera entre turnos.
É para você se…
- Gosta de construção de baralho e de jogos médios
- Joga sozinho com frequência
- Curte temas de aventura e exploração
- Gosta de riscos calculados
- Joga com 2 a 4 pessoas
Pense duas vezes se…
- Busca mecânicas inéditas
- Joga quase sempre a 2
- Não gosta de esperar entre turnos
- Prefere confronto direto
- Quer partidas de até uma hora
Dica para a primeira partida
Reserve cerca de 30 minutos por jogador e use o lado do tabuleiro indicado para iniciantes. Explique as seis ações com um turno de exemplo, incluindo o guardião e a carta de medo. O que mais confunde é a trilha de pesquisa: mostre que a lupa precisa avançar antes do diário. Dica prática: nas primeiras rodadas, priorize cartas que ajudem a viajar.
Edição nacional e preço
R$ 584 a R$ 769

A Devir publica o jogo como As Ruínas Perdidas de Arnak, em português, e a expansão Caminhos Tortuosos também saiu no Brasil. Em 27/10/2026, as lojas consultadas vendiam o jogo novo entre R$ 584 e R$ 769, com descontos no Pix, e havia exemplares na Ludopedia a partir de R$ 490.
Expansões e versões
As expansões Expedition Leaders, com líderes de habilidades únicas, e The Missing Expedition, com uma campanha, ampliam o jogo; no Brasil, a Ludopedia lista a expansão Caminhos Tortuosos. O tabuleiro tem dois lados, e a editora oferece no site uma campanha solo gratuita.
Se você gosta de Lost Ruins of Arnak…
Dune: ImperiumTambém mistura construção de baralho e alocação de trabalhadores, mas com disputa direta e conflitos a cada rodada em Arrakis.Ler a resenha →
GloomhavenPara quem quer levar a aventura de exploração muito mais longe: combate tático cooperativo e uma campanha que dura meses.Ler a resenha →
WingspanSe o grupo prefere algo mais leve e tranquilo, Wingspan também constrói um motor de cartas, com aves no lugar da expedição.Ler a resenha →
Veredito Elite Boardgamers
RecomendadoLost Ruins of Arnak junta construção de baralho e alocação de trabalhadores de um jeito redondo: as cartas pagam as viagens, as viagens trazem cartas melhores e cada guardião revelado é um risco calculado. O tema de aventura funciona, o modo solo é forte e a Board Game Quest o considera um ótimo eurogame. Não inventa nada novo, a interação é baixa e as últimas rodadas se alongam. Com edição da Devir, é um dos jogos médios mais agradáveis da sua geração.
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Fontes (10)
- Wikipedia – Lost Ruins of Arnak designers, editora, jogadores, idade, solo
- Board Games Wiki – Lost Ruins of Arnak nota BGG, peso
- Tabletop Bellhop – Arnak review duração, peso
- There Will Be Games – Raiders of the Lost Arnak comparação com Tikal, originalidade
- Meeple Like Us – Arnak review veredito
- Board Game Quest – Arnak review solo, partida a 2
- Meeple Mountain – Arnak expansões
- Amazon Brasil – Ruínas Perdidas de Arnak (Devir) edição nacional, preço
- Omniverse – As Ruínas Perdidas de Arnak preço de referência
- Ludopedia – Caminhos Tortuosos expansão em português
Consulta às fontes em 26/10/2026.

