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Lost Ruins of Arnak: mesa montada vista de cima
Imagem: Czech Games Edition

Lost Ruins of Arnak

Nota BGG

2020 · Mín & Elwen

Recomendado

Uma expedição de cartas rumo ao templo perdido.

  • 1–4Jogadores
  • 30–120 minDuração
  • 12+Idade
  • 2,9 / 5Peso BGG
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Lost Ruins of Arnak, lançado no Brasil pela Devir como As Ruínas Perdidas de Arnak, mistura construção de baralho com alocação de trabalhadores numa expedição a uma ilha perdida, cheia de guardiões e com um templo escondido. Venceu o Deutscher Spiele Preis 2021 e o Golden Geek de Jogo do Ano médio em 2020, e foi indicado ao Kennerspiel. É um dos jogos médios mais agradáveis da sua geração.

Resumo em 30 segundos

Recomendado

Uma expedição de cartas rumo ao templo perdido.

Destaques

  • Duas mecânicas bem casadas
  • Guardiões que mudam o plano
  • Modo solo forte

Atenção

  • Pouca originalidade
  • Rejogabilidade questionada
  • Pouca interação
Peso BGG2,9/5
R$ 584 a R$ 769 · consulta em 27/10/2026

2 vitórias em prêmios, incluindo Deutscher Spiele Preis 2021 · Deutscher Spiele Preis

Para quem: gosta de construção de baralho e de jogos médios; joga sozinho com frequência.

Como funciona

Monte seu baralho, explore a ilha e avance a pesquisa até o templo em cinco rodadas.

  1. 1

    Compre e planeje

    Cada rodada começa com cinco cartas na mão. Você faz uma ação por vez até decidir passar a vez.

  2. 2

    Viaje pela ilha

    Jogue cartas com o transporte certo, botas, barco, carro ou avião, para mandar exploradores aos sítios.

  3. 3

    Explore e enfrente

    Sítios novos revelam guardiões. Vencê-los dá pontos e poderes; deixá-los traz cartas de medo ao baralho.

  4. 4

    Melhore o baralho

    Use moedas e bússolas para comprar itens e artefatos que deixam os próximos turnos mais fortes.

  5. 5

    Pesquise o templo

    Avance a lupa e o diário na trilha de pesquisa rumo ao templo. Após cinco rodadas, os pontos decidem.

Ler as regras completas

Cada jogador lidera uma expedição com dois exploradores e um pequeno baralho inicial. A partida dura cinco rodadas, e em cada uma você compra cartas, faz quantas ações quiser, uma por vez, e passa quando não puder ou não quiser mais agir.

A ação principal é mandar um explorador a um sítio da ilha, jogando cartas com o símbolo de transporte exigido: botas, barco, carro ou avião. Sítios já conhecidos dão recursos na hora: moedas, bússolas, tabuletas, pontas de flecha e joias.

Explorar um sítio novo custa bússolas, revela um local inédito e coloca nele um guardião. Se o guardião não for vencido até o fim da rodada, o explorador volta com uma carta de medo, que atrapalha o baralho. Vencê-lo, pagando os recursos indicados, dá pontos e um poder de uso único.

Com moedas e bússolas, você compra itens e artefatos que entram no baralho e deixam os próximos turnos mais fortes. Também avança na trilha de pesquisa, com a lupa e o diário, rumo ao templo perdido, ganhando bônus a cada passo.

Depois de cinco rodadas, vence quem tiver mais pontos, somando a trilha de pesquisa, as peças do templo, os ídolos guardados, os guardiões vencidos e as cartas do baralho, menos as cartas de medo.

Como é jogar

“Este foi uma vitória completa para o nosso grupo.”

Board Game Quest (tradução livre)
Lost Ruins of Arnak: mesa montada vista de cima
Imagem: Czech Games Edition

A Board Game Quest descreve um turno típico: você gasta uma carta com o símbolo de viagem certo para mandar um explorador a um sítio novo, paga bússolas, ganha um artefato e um recurso de bônus e revela um guardião. Se ele ainda estiver lá quando o explorador voltar, vem uma carta de medo; num turno seguinte, pagando os recursos certos, você o vence e ganha 5 pontos e um poder de uso único.

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As primeiras rodadas passam rápido; a quarta e a quinta demoram mais, porque os baralhos estão maiores e cada um tem mais habilidades especiais. Para a mesma resenha, que deu 4,5 de 5, é um ótimo eurogame que mistura mecânicas consagradas numa experiência envolvente, e foi uma vitória completa para o grupo.

O que funciona muito bem

  • Duas mecânicas bem casadas

    Por quê?

    Construção de baralho e alocação de trabalhadores se completam: as cartas pagam as viagens e as viagens trazem cartas melhores. A Board Game Quest o chama de ótimo eurogame com mecânicas consagradas, e a There Will Be Games o compara ao clássico Tikal.

  • Guardiões que mudam o plano

    Por quê?

    Explorar um sítio novo é sempre um risco: o guardião revelado pode render 5 pontos e um poder único, ou uma carta de medo que atrapalha o baralho. Decidir quando explorar e quando enfrentar é uma das escolhas mais tensas do jogo.

  • Modo solo forte

    Por quê?

    O rival automatizado bloqueia espaços e pontua junto com você, e um dos críticos considerou o solo um ponto alto. Segundo um leitor da Board Game Quest, a dificuldade é ajustável e a editora oferece uma campanha solo gratuita no site.

  • Tema de aventura

    Por quê?

    A ilha, os guardiões, os ídolos e o templo perdido dão clima de expedição a cada partida, e a arte ajudou o jogo a ficar em 2º no Golden Geek de arte em 2020. Os recursos, como bússolas e tabuletas, combinam com o que você faz no tabuleiro.

  • Regras intuitivas

    Por quê?

    São seis ações principais, e a Board Game Quest as considera intuitivas, principalmente para quem já conhece jogos modernos. O difícil não é executar uma ação, e sim escolher a melhor entre elas a cada turno.

Pontos de atenção

  • Pouca originalidade Moderada

    Por quê?

    Críticos apontam que o jogo junta mecânicas conhecidas da era pós-Dominion sem trazer nada realmente novo, e a Board Game Quest concorda que muitas ideias vão parecer familiares para jogadores experientes.

  • Rejogabilidade questionada Moderada

    Por quê?

    Um crítico achou que não demora para ver tudo o que o jogo oferece, já que o mapa e os guardiões se repetem. As expansões e o lado alternativo do tabuleiro ajudam a renovar as partidas.

  • Pouca interação Leve

    Por quê?

    A Board Game Quest aponta a interação mínima entre jogadores: a disputa fica nos espaços ocupados e nas cartas compradas antes do outro. Quem gosta de confronto direto vai achar a partida morna.

  • Rodadas finais mais longas Leve

    Por quê?

    As últimas rodadas demoram mais, porque os baralhos crescem e as habilidades se acumulam, e comentários de jogadores relatam espera entre turnos. Com quatro jogadores, a duração anunciada chega a duas horas.

  • Sorte no mercado Leve

    Por quê?

    A Board Game Quest cita alguma aleatoriedade, nas cartas que aparecem no mercado e nos guardiões revelados, como ponto fraco. Um item perfeito pode surgir na vez do adversário e não na sua.

Infográfico para o Instagram

A resenha inteira em uma imagem: salve na galeria ou copie a legenda pronta.

Infográfico Elite Boardgamers sobre o jogo Lost Ruins of Arnak
Toque para ver o infográfico em tamanho cheio.

Para quem é

Perfil do jogo

  • Estratégia4
  • Tema de aventura4
  • Modo solo4
  • Facilidade de ensinar3
  • Interação entre jogadores2
  • Partida curta2

Com quantos jogar

  • SozinhoÓtimo

    Rival automatizado com dificuldade ajustável e campanha solo gratuita no site da editora.

  • 2 ou 3 jogadoresBom

    O formato preferido da Board Game Quest; uma das resenhas, porém, achou a partida a dois a mais fraca.

  • 4 jogadoresBom

    Mais disputa pelos sítios, mas partidas de cerca de duas horas e mais espera entre turnos.

  • Sozinho: Rival automatizado com dificuldade ajustável e campanha solo gratuita no site da editora.
  • 2 ou 3 jogadores: O formato preferido da Board Game Quest; uma das resenhas, porém, achou a partida a dois a mais fraca.
  • 4 jogadores: Mais disputa pelos sítios, mas partidas de cerca de duas horas e mais espera entre turnos.

É para você se…

  • Gosta de construção de baralho e de jogos médios
  • Joga sozinho com frequência
  • Curte temas de aventura e exploração
  • Gosta de riscos calculados
  • Joga com 2 a 4 pessoas

Pense duas vezes se…

  • Busca mecânicas inéditas
  • Joga quase sempre a 2
  • Não gosta de esperar entre turnos
  • Prefere confronto direto
  • Quer partidas de até uma hora
Dica para a primeira partida

Reserve cerca de 30 minutos por jogador e use o lado do tabuleiro indicado para iniciantes. Explique as seis ações com um turno de exemplo, incluindo o guardião e a carta de medo. O que mais confunde é a trilha de pesquisa: mostre que a lupa precisa avançar antes do diário. Dica prática: nas primeiras rodadas, priorize cartas que ajudem a viajar.

Edição nacional e preço

R$ 584 a R$ 769

Lojas consultadas em 27/10/2026 · edição da Devir

Lost Ruins of Arnak: caixa do jogo
Imagem: Czech Games Edition

A Devir publica o jogo como As Ruínas Perdidas de Arnak, em português, e a expansão Caminhos Tortuosos também saiu no Brasil. Em 27/10/2026, as lojas consultadas vendiam o jogo novo entre R$ 584 e R$ 769, com descontos no Pix, e havia exemplares na Ludopedia a partir de R$ 490.

Expansões e versões

As expansões Expedition Leaders, com líderes de habilidades únicas, e The Missing Expedition, com uma campanha, ampliam o jogo; no Brasil, a Ludopedia lista a expansão Caminhos Tortuosos. O tabuleiro tem dois lados, e a editora oferece no site uma campanha solo gratuita.

Se você gosta de Lost Ruins of Arnak…

Veredito Elite Boardgamers

Recomendado

Lost Ruins of Arnak junta construção de baralho e alocação de trabalhadores de um jeito redondo: as cartas pagam as viagens, as viagens trazem cartas melhores e cada guardião revelado é um risco calculado. O tema de aventura funciona, o modo solo é forte e a Board Game Quest o considera um ótimo eurogame. Não inventa nada novo, a interação é baixa e as últimas rodadas se alongam. Com edição da Devir, é um dos jogos médios mais agradáveis da sua geração.

Uma expedição de cartas rumo ao templo perdido.

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Fontes (10)

Consulta às fontes em 26/10/2026.